9 de março de 2014

40 Oz. to Freedom

O desenho que fiz com carvão ontem vai se apagando. Estou no meu quarto ouvindo minha mais nova lista de reprodução, depois de passar o dia todo sentindo o poder de mudança da música e do tempo. Claro, primeiro da música e depois do tempo. 
Aqui no meu canto, no meu melhor posto de observação, me apaixono pelos solos, pelos ritmos ("Lista das Boas Energias") e pela arte inteira de ouvir-cantar-respirar. Me apaixono ainda mais enquanto tomo nota e gravo esse momento de vida, que é mais que só uma transição. A partir de agora entendo que cada segundo é a transição, porque as escolhas de vida simplesmente se escondem nesses segundos (que muitas vezes perdemos por não nos apaixonarmos). 
Por isso, olhando para as variações de cor do Media Player, ao som de Sublime, amo esse tal presente, que não me permito perder.
Precisamos pensar na música e só depois no tempo...