11 de outubro de 2013

On the Road e as conclusões.

Quanto menos tenho tempo pra ler, mais desejo me jogar em alguns livros... Deixar a mente viajar e aprender o quanto for possível. Pensando nisso, decidi falar sobre meu fracasso (praticamente) na leitura do "On the Road" e o que de mais especial encontrei nele.

Já começo dizendo que não terminei de ler, fui até um pouco depois da segunda parte e, como a história não "evoluia" de modo algum, foi inevitável pra mim não "largar mão". Não chega a ser ruim ao todo, alguns relatos das viagens feitas de carona pelo narrador-personagem são até bem cativantes, mas a sensação que dá é de que os acontecimentos são muito repetitivos. Quando você acha que vai acontecer algo relevante pra mudar o rumo da coisa, novamente se depara com aqueeela mesmice: estrada, parada rápida, estrada, mesmas pessoas, mesmas conversas, estrada mais uma vez.

Por outro lado, o que realmente me fez sentir que essa tentativa de leitura valeu a muito a pena, foi um único parágrafo que descreve tão bem questões que vivem perambulando pela minha cabeça. Como não poderia deixar de postá-lo, aí vai ele:
"Garotas e rapazes da América têm curtido momentos realmente tristes quando estão juntos; a artificialidade os força a se submeterem imediatamente ao sexo, sem os devidos diálogos preliminares. Não me refiro a galanteios, mas sim um profundo diálogo de almas, porque a vida é sagrada e cada momento é precioso."

É isso aí, provavelmente é meu parágrafo preferido dente todos os livros que li.



6 comentários:

  1. Eita Dani linda.
    Não é um tipo de livro que chame a minha atenção, assim como também não te prendeu.
    Mas esse parágrafo que você destacou dele: PQP!
    É realidade pura nos dias de hoje e prefiro nem comentar aqui o que acho disso, se não nem vai ser um comentário e sim um texto.
    Imbox ou skype depois.

    Beijos

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    1. Foi uma das poucas partes do livro que me prendeu realmente! aha Obrigada por comentar, flor!
      Beijo

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  2. Nem sempre as leituras são proveitosas por completo. Felizmente, as aspas indicadas são incrivelmente indispensáveis.
    Quem sabe, num outro momento, você consiga chegar ao final dessa obra.

    Beijão.

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  3. Ah, eu sei como é Dani, ahahahaha, eu senti isso na A Hospedeira,sabe?Eu achei MUUUUITO parado o começo,mas depois melhorou :) E estou sentindo isso no "O Guardião" do Nicholas Sparks que estou lendo.Mas no meio da história, a coisa dá uma guinada e fica maravilhoso *_*
    Talvez tenha que existir partes chatas pra chegar a legal(?) rs.


    beeeijinhos.
    http://borboletametamorfoseando.blogspot.com.br/

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    1. No caso desse, acabou demorando demais pra chegar a legal, eu acho! hahaha tambémque concordo que isso acontece, o começo de alguns livros parece entediante por ser mais "descritivo" e tal, mas logo passa com o decorrer da história! (melhor assim hehe)

      Obrigada pro comentar, querida (:

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  4. Haha, já tentei ler esse livro 3 vezes! 3! Só que eu nunca saía do lugar, então desisti. Eu acho que superficialmente já dá pra entender o que o livro quer dizer, com pouca informação. E pelo fato de eu amar a estrada e viajar bastante, eu acho que já vi um pouco de coisa parecida com o que o K. quis passar. Enfim, algumas partes da narrativa dele são mesmo muito intensas e cativantes, o seu parágrafo favorito resume bem.

    Abraço.

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Críticas são sempre bem vindas, comentem a tragédia (ou não).